Quarta, 26 Agosto 2020 12:33

Escola feminista As Pensadoras: formação sobre as vertentes teóricas e práticas dos feminismos

 

A Escola de formação feminista ganha corpo virtual no período de quarentena e abre espaço para o diálogo interdisciplinar e para a formação de pensamento emancipatório, com uma agenda democrática de cursos de curta, média e longa duração. Os cursos são encabeçados por um corpo docente qualificado e representativo, advindo de todos os lugares do país, de Universidades reconhecidas e valorizadas pela sua capacidade de produção ética de conhecimento.

 

A Escola interdisciplinar de formação As Pensadoras nasce em março de 2020, fruto de uma demanda de ensino e aprendizagem no campo das Ciências Humanas no Brasil, com destaque para a Filosofia e a Educação feminista. A grande adesão ao curso de introdução aos feminismos, coordenado pela professora Dra. Rita de Cássia Machado (UEA), com o suporte da professora Dra. Carolina Araújo (UFRJ) e ministrado através da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas no início de 2020,  apontou para a necessidade de criação de um espaço intelectual e interdisciplinar de aprofundamento das diversas vertentes teóricas dos feminismos.

Com o objetivo de suprir a lacuna teórica deixada pelas Universidades brasileiras, a Escola está sendo construída com a contribuição de muitas mulheres da academia e de fora dela. A primeira edição do curso As Pensadoras foi composta por três turmas, com um total de 750 cursistas e um corpo docente de professoras das diversas áreas do saber. As teóricas feministas estudadas foram Silvia Federici, Silvia Cusicanqui, Rosa Luxemburgo, Lélia Gonzalez, Judith Butler, Nancy Fraser, Seyla Benhabib, Margaret Cavendish, Vandana Shiva, Bell Hooks e María Lugones. 

A grande procura pelo curso motivou a coordenadora do projeto, professora  Rita Machado, a formalizar a Escola, formando uma equipe de apoio para lançar, já neste segundo semestre, uma agenda de cursos e minicursos que irão abranger outros nomes do feminismo e aprofundar seus campos epistemológicos e metodológicos. Para Rita, professora de Filosofia da Universidade do Estado do Amazonas, este projeto é um movimento de emancipação do saber e de justiça epistêmica feminista, pois abre espaço para muitas discussões que estavam sendo, até então, ignoradas pelos departamentos acadêmicos: “A escola de formação feminista que estamos construindo não é somente uma questão de justiça histórica com as mulheres, é também um modo diferente de realizar e construir, com valores feministas, o presente e sonhar o futuro, que será de justiça epistêmica com as mulheres, todas as mulheres, de todos os cantos do mundo”, afirma Rita. 

 

A Escola As Pensadoras tem como um de seus principais objetivos a retomada e, também, recriação das teorias clássicas do pensamento de mulheres feministas ou não e a construção de novos pilares epistemológicos que estabeleçam pontes dialógicas entre as diversas facetas do movimento de práxis feminista. Sendo os cursos uma ferramenta teórico-prática que possibilita a educação intelectual e a transformação social realizada por e para mulheres, a escola nasce da intersecção que reúne as necessidades de raça, classe e gênero. Pretende ser um espaço de diálogo, construído – como nas palavras de Heleieth Saffioti – em uma relação de novelo dialético, abrindo-se como um espaço político e metodológico de ensino e aprendizagem, realizado através da partilha conhecimento que acontece entre professoras e estudantes.

 

Outro objetivo é a solidariedade feminista. Os valores arrecadados nas taxas de inscrições dos cursos e minicursos da Escola são doados parcialmente a projetos sociais feministas. A primeira arrecadação foi destinada à Associação de mulheres do Médio Solimões – AMIMSA – para a compra de 100 cestas básicas e material de higiene para as aldeias Madijá Kulina do Rio Juruá, em situação de maior vulnerabilidade social do médio Amazonas e para a Feira de Agroecologia e Mulheres: mulheres trocando saberes. Os valores arrecadados no próximo curso, que inicia no mês de agosto e terá como temática as Pensadoras Negras Brasileiras, será destinado ao Quilombo Coxilha Negra, demarcado e situado no município de São Lourenço do Sul/RS – para a compra de cestas básicas, materiais de higiene e limpeza e cobertores. Ao longo do semestre, a Escola também apoiará candidaturas de mulheres às eleições estaduais e municipais. 

 

A agenda do próximo semestre contempla outros minicursos de rupturas epistêmicas, com temas como: Feminismos no Brasil, Ecofeminismos, Feminismos Negros e Latinos, pensamento feminista no campo Direito, Epistemicídio, Teoria Democrática Feminista entre outros assuntos e nomes importantes da teorias feministas contemporâneas; além do lançamento da segunda edição do curso As Pensadoras, que estudará algumas intelectuais dos séculos XIX e XX que refletiram sobre o conceito de liberdade. No próximo ano, 2021, será lançado um curso de Aperfeiçoamento em Filosofia Feminista, com carga horária de 200 horas, em formato Ead e disciplinas modulares, contará com um corpo docente das maiores especialistas da área, do Brasil e da América Latina. Essas e outras informações sobre o ano de 2021 serão lançadas nas redes a partir de outubro de 2020.

 

Sobre As Pensadoras

Escola de Formação Feminista que oferece cursos de curto, média e longa duração e viabiliza obras de pensadoras do Brasil e do Mundo.

 

Contato

@aspensadorasoficial

http://aspensadoras.com.br/  

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Agenda

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Segunda, 24 Agosto 2020 14:13

La filósofa argentina Alicia Bugallo Finnemann, directora de proyectos de investigación y autora de libros sobre filosofía ambiental, fue entrevistada por la Radio Universidad de La Plata acerca de la biodiversidad y su pertinencia en tiempos de pandemia.

 

Escucha la entrevista completa aquí:

https://radiocut.fm/audiocut/alicia-bugallo-finnemann-biodiversidad-necesita-ser-diversa-para-autosustentarse/?fbclid=IwAR3-qAMdn7SQkRa5Kc1FXDtAAV8v3vchtWJw9IoZp04t9ByjMrjIrHjrrVI

Sexta, 21 Agosto 2020 11:46

Compartimos con ustedes una entrevista a la filósofa argentina Mónica Cragnolini, quien en diálogo con Primera Voz brindó su perspectiva sobre las enfermedades zoonóticas y la producción intensiva de animales para consumo, el aislamiento social, las clases virtuales y la identidad en el ciberespacio.

Entrevista completa: https://youtu.be/fckMSthXE0k

Quarta, 19 Agosto 2020 10:49

Entrevistamos en exclusiva a Noelia Billi, Guadalupe Lucero y Paula Fleisner, docentes del departamento de Filosofía de la Universidad de Buenos Aires e investigadoras del CONICET, quienes conforman la agrupación Colectiva Materia.

 

Reddem: ¿Cuál creen que es la relevancia de la enseñanza de la filosofía a les jóvenes de hoy?

CM: Lo primero que nos gustaría decir es que la pregunta acerca de la posible  relevancia de la enseñanza de la filosofía no puede reducirse sólo a la juventud. De acuerdo a nuestra experiencia como estudiantes de filosofía primero y como docentes después, creemos que habría que cuestionar, aunque sea un poquito, la idea de que sólo se forma a jóvenes. Quizás sobre todo en nuestra disciplina, que tiene por prerrogativa el cuestionamiento de todo, deberíamos comenzar por cuestionar la asociación de la formación con una cierta etapa de la vida. Y continuar con las preguntas acerca de qué significa “formar” o “enseñar” filosofía (numerosos han sido y continúan siendo los debates al respecto, y muy pertinentes resultan para la filosofía a pesar de la mala prensa que las cuestiones de educación tienen entre les filósofes profesionales) y acerca de qué es, conceptual y políticamente, la juventud. Nosotras damos clases en el grado pero también en el posgrado, y trabajamos con estudiantes de edades muy variadas y en momentos formativos bien distintos. 

La enseñanza de la filosofía nos resulta en gran medida un enigma: cada vez que estamos frente a un aula nos preguntamos si acaso debiéramos transmitir herramientas para la profesionalización de las prácticas académicas (es decir, cómo ser “buen” investigadore o profesore), si acaso se trata de algo tan abstruso como “enseñar a pensar” o si solo basta con transmitir entusiasmo y algún tipo de “pasión” por lo que más o menos es identificable como “filosofía”. Por supuesto, cada una de estas aristas supone pararse en un lugares bien diferentes en el marco de los grandes conflictos que enfrentamos diariamente por redefinir o retrazar las prácticas dentro de las aulas. Para nosotras, que trabajamos en universidades públicas argentinas, es decir, gratuitas y de libre acceso, pararnos frente a un aula y decidir qué hacer es cada vez una tarea política que nos obliga a repensar las condiciones materiales que estamos dispuestas a aceptar, reproducir  o modificar. ¿Seremos facilitadoras de la burocratización del pensamiento bajo la forma de papers e informes de investigación que ayudarán a les estudiantes a estar mejor posicionadxs para hacer de la filosofía un trabajo asalariado? ¿Seremos “almas bellas” interesadas únicamente en pensar sin nunca tomarnos el trabajo de evaluar los efectos de los discursos y las prácticas a los que prestamos la voz y el resto de nuestros cuerpos feminizados? ¿Seremos las entusiastas dementes que piensan que la palabra de reflexión es una forma de intervenir en el curso de las cosas, de interrumpir alguna catástrofe, de catalizar alguna revuelta? Justamente porque no podemos responder con certeza estas preguntas, quizás porque en el fondo la práctica involucre un poco de cada una de estas opciones que mencionamos, creemos que todavía puede ser relevante enseñar filosofía en general, que todavía puede hacer una diferencia, producir modificaciones, nuevos puntos de vista, en los lugares comunes de la opresión globalizada. Y con esto queremos decir, relevante para jóvenes y viejxs, para estudiantes y profesores, porque la filosofía es también aquella práctica que se ocupa de ese enigma que es el lugar en el que se contaminan la teoría y la práctica, las formas de pensar y las formas de estar en el planeta.  

 

Reddem: ¿Qué consideran que tienen para decir hoy las mujeres en la filosofía? ¿Cómo ven la situación de las mujeres cis y transexuales que trabajan en el área de filosofía en su país de pertenencia?

CM: Nuestra primera consideración es que rechazamos la política de “nichos” académicos. Es difícil pensar que hay alguna cosa que las mujeres especialmente tienen que decir en términos propositivos, como si se tratara de querer ser incluidas en la agenda general ya impuesta a través de la concesión de un par de ítems “de género” en ella. O al modo en que ha sido incorporado el estudio de las “minorías” en las universidades de tradición anglosajona a través de la ampliación de los así llamados “estudios culturales”, que fueron ampliando el círculo de “asuntos que importan”, por decirlo de alguna forma. Creemos que quizás una mayor presencia real, material, de mujeres en la escena filosófica debería implicar un impacto a partir de cierta reconfiguración de la práctica filosófica académica, que pueda pensarse desde una enunciación feminista, o, lo que sería quizás más preciso, desde las voces precarizadas en el espacio académico. Es decir, para pensar la eficacia que esa intervención pueda tener, creemos necesario que se ponga en juego un modo del filosofar que parta de unas condiciones materiales bien diferentes a las del ideal del filósofo solitario que sigue los meandros de su propio soliloquio y que incorpora en él a quienes  considera sus pares, en general otros hombres que pueden pensar en solitario y con ciertas condiciones materiales satisfechas. Por ello, no se trataría para nosotras de proponer un contenido filosófico nuevo, específicamente femenino o de los cuerpos feminizados, sino de elaborar formas de la intervención filosófica más acordes a prácticas que tradicionalmente han realizado mujeres y que son consideradas subalternas. 

En ese sentido, por ejemplo, nos interesa particularmente la dimensión colectiva del filosofar: por una parte, la posibilidad de la escritura colectiva que heredamos de las prácticas militantes y artísticas bajo la forma de los manifiestos, los panfletos, las declaraciones coyunturales, las proclamas. Esto es, pensar la filosofía como una operación doble: textual y gestual, una forma de es/ins/des-cribir el presente e intervenir en la esfera pública que lo constituye, una búsqueda de instalar nuevos posibles en un campo específico. Es desde allí que de alguna manera reformulamos el sentido del ánimo polémico del filosofar: no ya como una lucha por los laureles (y recordemos que la corona de laurel es símbolo del triunfo violento de Apolo sobre Dafne) sino como una visibilización de las fuerzas revoltosas que coexisten con las voces y sobre todo con las prácticas canónicas o de autoridad reconocida. 

Por otra parte, nuestra práctica como filósofas profesionales nos vuelve evidente la necesidad de construir colectivas feministas en donde sea posible imaginar, inventar y gestionar hábitos filosóficos de escritura y pensamiento diferentes a los tradicionales, hábitos que en gran medida nos expulsan per se. Militamos fuertemente por la ruptura del ethos falocéntrico que hace girar la autoridad de la palabra en torno a “autores” consagrados y a sus “herederos”, y, en su lugar, privilegiamos la investigación centrada en la construcción de matrices conceptuales que permitan delinear problemas o diagnósticos que incluyan puntos de vista diversos, nuevos y no siempre provenientes de tradiciones aceptadas dentro del canon. Si bien nos dedicamos a la filosofía contemporánea, esta manera de trabajar nos ha dado la oportunidad de enriquecer nuestro trabajo en el cruce con colegas que trabajan otros períodos, que provienen de otras tradiciones o incluso que son de otras disciplinas. Es decir, consideramos que una inscripción feminista de la filosofía tiene que ver con la posibilidad de identificar problemas, realizar diagnósticos y proponer marcos de comprensión que abran el espacio y nutran formas del filosofar. Esto hace que concibamos el feminismo en filosofía más como una conversación que como un sofisticado ejercicio de esgrima que consista en la reducción al ridículo de todo atisbo de indisciplina. 

 

Reddem: ¿Qué filósofas latinoamericanas leen habitualmente, o han leído, y nos pueden recomendar como referentes de la región o de su país?

CM: Entre las filósofas latinoamericanas que son referentas para nuestro trabajo podemos mencionar a Silvia Schwarzböck, quien no sólo es una lectora genial del materialismo adorniano, sino que ha publicado dos libros que abren problemáticas que consideramos centrales para el tipo de diagnóstico filosófico que intentamos llevar a cabo como Colectiva Materia, Los espantos (trabajo que despertó gran polémica en torno a los modos de apropiarse de las prácticas intelectuales en nuestro país, a través de una interpretación en clave estética de la postdictadura argentina) y Los monstruos más fríos (excelente trabajo sobre las imágenes post-cinematográficas y las subjetividades que las consumen, que apuesta por la vigencia de un trabajo teórico en filosofía indiferente de las prácticas de escritura burocratizadas). Otra filósofa cuyo trabajo nos interesa especialmente es Déborah Danowski, que trabaja sobre el negacionismo climático y los discursos apocalípticos contemporáneos desde una perspectiva que consideramos muy original. Las discusiones de la socióloga Silvia Rivera Cusicanqui en torno al extractivismo y el desarrollismo en los países latinoamericanos, así como su concepto de lo ch’ixi para pensar una lógica mestiza por fuera de lo que llama la disyunción colonial, nos han resultado muy fructíferas para pensar el lugar desde el que participar como colectiva en ciertas intervenciones públicas.  Respecto del problema de la enseñanza que se indicaba en el primer punto, para nosotras es muy importante el trabajo de Laura Galazzi (se puede ver su libro Del encierro al control. Enclaves (re) productivos en la escuela contemporánea, pero también en los diferentes artículos que viene publicando sobre el tema). Por su parte, promovemos encuentros de discusión (presenciales y/o textuales) en torno a los problemas que nos preocupan, en los que hemos confluido con muchas colegas cuyos puntos de vista son de gran importancia para nosotras, entre otras, Valeria Campos Salvaterra, Natalia Lorio, Gabriela Milone, Verónica Lema, Natalia Ortiz Maldonado, Cecilia Gárgano, etc.

 

Reddem: ¿Qué reflexión les merece la cuestión de la pandemia? ¿Qué les resulta interesante destacar al respecto, desde su perspectiva filosófica?

CM: La pandemia, creemos, abre la posibilidad de disputar ciertos lugares comunes del discurso filosófico. Esto se hace particularmente claro desde nuestra línea de investigación, el materialismo posthumano, por cuanto de pronto los temas que venimos trabajando hace ya un tiempo han comenzado a circular intensivamente tanto en la esfera pública como en los circuitos de opinión y debate académico.

Por una parte, la enorme cuestión de la naturaleza, es decir, los modos en que se la ha conceptualizado como el par opuesto de la cultura, resultando en una dupla que pareciera obsoleta en un momento en que el grado de intervención humana (asociada a lo cultural) en eso que era considerado su “ambiente”, su escenario de acción, es a la vez catastrófico e incalculable. Un ambiente o escenario, por su parte, que ahora irrumpe como protagonista principal de un drama cuyo guión parece que escribimos enterito sin habernos enterado de haberlo hecho. Es decir, en el fondo, la “naturaleza” (y toda la constelación que ella suponía como marco de inteligibilidad de lo humano) se ha vuelto impensable en los términos tradicionales. Desde el punto de vista filosófico, quizás este sea el mayor desafío de nuestro tiempo.   

Por otra parte (y esto ya se relaciona con nuestra manera de abordar el problema anterior), el tema de la potencia de actuar de entidades no humanas, sus lógicas específicas de existencia y la posibilidad o no de una co-existencia inter o multiespecífica (holoentes, simbiogénesis). Es decir, la pandemia nos pone en el seno de unas discusiones surgidas en las ciencias de la vida y del sistema tierra, pero retomadas por las post-humanidades, acerca de los modos de existencia complejos diversos e interconectados que pueblan el planeta Tierra. 

Por último, la cuestión de las escalas temporales y espaciales que se hacen sensibles a partir de fenómenos como estos. La alteración radical de los tiempos “personales” en las experiencias de confinamiento (tanto domiciliario como hospitalario), en los hábitos individuales ligados a la proyección de modos de vida (urbanos o no, tipos de consumo, relaciones afectivas, laborales, etc.). Y en paralelo el resurgimiento del “tema del fin”, que reactiva líneas argumentativas de larga data filosófica en el marco de nuevas experiencias sensibles e inteligibles que ofrecen la oportunidad de retrazar lo que comprendemos como espacio (del mundo) y tiempo (del fin).

Como la mayoría de nuestrxs colegas, hemos sido invitadas a escribir y pronunciarnos respecto de estas nuevas formas de existencia a las que nos arrojó la pandemia del Covid-19. Dejamos aquí sugeridas las principales líneas de argumentación allí desplegadas, invitándoles a leer si lo desean el artículo en cuestión: https://www.revistadisenso.com/aritculosinv/105-colectiva-materia,-el-fin-del-mundo-no-puede-editorializarse-apuntes-en-la-desorganizaci%C3%B3n

Segunda, 17 Agosto 2020 11:13

Los días 4 y 5 de noviembre de 2020 tendrá lugar el Coloquio Internacional "Asimetrías del conocimiento. Producción, circulación, impactos", organizado por el Instituto de Investigación sobre Conocimiento y Políticas Públicas, el Instituto Iberoamericano de Berlín, la Fundación EU-LAC y con la participación de CLACSO y la OEI.

Más información:

https://cpp.cic.gba.gob.ar/asimetrias-del-conocimiento-produccion-circulacion-impactos