Filosofía en Brasil
El blog “Filosofía en Brasil” es un proyecto que comenzó en el año 2017 y continúa al día de hoy. El objetivo es brindar una visión general de los profesionales que trabajan en el área de filosofía en Brasil. Cada estudiante elige a un filósofo o filósofa y escribe una entrada sobre él o ella.
O blog "Filosofia no Brasil" (2017) continua e andamento e tem como objetivo fornecer um panorama de alguns profissionais que atuam na área de filosofia no Brasil. Cada estudante escolheu o nome de um filósofo ou filósofa brasileira e escreveu o verbete.
Feminismos en movimiento en América Latina y el Caribe
Compartimos con ustedes el dossier “Feminismos en movimiento(s) en América Latina y el Caribe. Intersecciones entre pensamiento y acción política”, que acaba de ser publicado por la Universidad Nacional de Cuyo.
Lee el dossier ingresando AQUÍ.
Entrevista exclusiva a Maria Clara Dias [Portugués]
Maria Clara Dias es Doctora en Filosofía por la Freie Universität Berlin (1993), Magister en Filosofía por la Pontificia Universidad Católica de Río de Janeiro y Licenciada en Psicología por la Universidad Estatal de Río de Janeiro. Realizó posdoctorados en las universidades de Connecticut, Oxford y Tulane. Actualmente es profesora en la Universidad Federal de Río de Janeiro, donde integra el Programa de Posgrado en Filosofía y el Programa de Posgrado Interinstitucional e Interdisciplinario en Bioética, Ética Aplicada y Salud Pública. Es la coordinadora del Centro de Ética Aplicada y del Centro de Inclusión de la Universidad Federal de Río de Janeiro e investigadora del CNPq en Brasil.
Entrevistamos en exclusiva a Maria Clara Dias, quien forma parte del Comité Consultivo de la Red de Mujeres Filósofas de América Latina, acerca del rol de las mujeres en la filosofía, la discusión filosófica contemporánea en general y la filosofía latinoamericana en particular.
¿Cuál cree usted que es la relevancia de la enseñanza de la filosofía a les jóvenes de hoy?
Na era das “Fake News”, o filósofo pode, como na antiguidade, auxiliar na distinção entre meras opiniões e opiniões bem formadas ou conhecimento. Pode auxiliar na avaliação crítica de formas de pensamento hegemônicas e identificar formas estruturais de opressão. Pode buscar a coerência argumentativa e reforçar o compromisso com o oferecimento de razões públicas no fórum de debate. Nos dias atuais, ele deve, mais do que nunca, promover o pensamento crítico, para que os jovens possam refletir melhor sobre o mundo no qual estão inseridos e repensar novas formas de se relacionar com o seu entorno: com os demais seres humanos, com os animais não humanos e com todo o meio-ambiente.
¿Cómo ve la situación de las mujeres cis y transexuales que trabajan en el área de filosofía en su país de pertenencia?
O número de professoras de filosofia no Brasil tem aumentado bastante nos últimos anos. Contudo, há ainda uma grande defasagem entre o número de mulheres que ingressam no curso de graduação em filosofia e o número de mulheres que seguem a carreira. Já nos cursos de mestrado e doutorado o número de mulheres é bem menor do que o de homens. A área é muito resistente a qualquer medida de ação afirmativa para alterar este quadro. As duas tentativas de estabelecer cotas para pessoas trans no programa de pós-graduação em Filosofia da UFRJ (PPGF) foram embargadas por decisões judiciais. A Filosofia no Brasil ainda vive sob a hegemonia de uma estrutura heteronormativa machista. Nos grandes eventos do país, as mulheres ainda não ocupam lugar de destaque, mesmo quando são homenageadas, como ocorreu no encontro nacional de pós-graduação em filosofia, realizado em Vitória em 2018.
¿Qué tópicos considera acuciantes para la discusión filosófica hoy en día? ¿Cómo cree que podría instrumentarse una revisión del canon filosófico para darle más visibilidad a las mujeres filósofas pertenecientes a su país y también a nivel global?
Nos nossos países creio que os tópicos que envolvem justiça, democracia e ética são os fundamentais. O mais importante, contudo, é que sejam pensados a partir das questões que afligem o sul global. Um dos maiores problemas da filosofia no Brasil e, suponho, em vários países da América Latina, é a subordinação ao pensamento norte americano e europeu. Precisamos descolonizar o pensamento e tornar a história da filosofia um instrumento que nos ajude a refletir e não o fim último de nossa produção intelectual. Este processo de descolonização trás consigo a recusa de um padrão de pensamento machistas, racistas e elitistas, garantindo a expressão e visibilidade a mulheres cis, a mulheres racializadas e a mulheres que rompem com o modelo cisheteronormativo hegemônico.
¿Qué filósofas latinoamericanas lee habitualmente o ha leído y nos puede recomendar como referentes de la región o de su país?
No Brasil até hoje a academia permanece focada na leitura dos textos “clássicos”. Durante a minha formação, praticamente não tive contato com autores brasileiros ou latino-americanos, em geral. Os cursos privilegiam a história da Filosofia e abordagens temáticas são colocadas à margem. Sempre trabalhei tematicamente, por isso, sempre busquei vozes que pudessem responder melhor às questões pertinentes à sociedade na qual estou inserida. Com as minhas alunas de outras áreas, descobri o feminismo decolonial e hoje tenho lido Maria Lugones; Ochy Curiel; Gisela Espinosa Damián e entre autoras do sul global. Acredito que a melhor produção da América Latina ainda está por vir e será fruto de um pensamento enraizado e comprometido com a nossa sociedade.
¿Cuál/es cree que es/son el/los impacto/s central/es de la actual pandemia sobre las mujeres?
Acredito que a atual pandemia fará com tenhamos que refletir sobre a nossa atual forma de vida. Somos individualistas e desaprendemos a encarar o sucesso como algo que devemos alcançar coletivamente. Somos consumistas e agregamos à nossa vida bens totalmente desnecessários, negligenciando demandas alheias e os limites no próprio ecossistema.
As mulheres racializadas e periféricas estão entre os grupos que mais sofrerão com a crise econômica que resultará da pandemia. Isso porque elas já sempre pertenceram aos segmentos mais veneráveis da sociedade. Em determinadas regiões do Brasil, observa-se um aumento da violência doméstica, mais especificamente, da violência contra as mulheres, durante o atual período de confinamento. Políticas públicas urgentes precisam ser desenhadas para minimizar tais efeitos.
Para além disso, precisamos rever nossos valores e abandonar nossa arrogância especista. Nós mulheres, há vários séculos, temos aprendido a viver sob uma lógica distinta a do poder e da razão iluminista. Temos incessantemente exercitado as virtudes da tolerância, da modéstia, da atenção e do cuidado com outro. Temos, portanto, muito a ensinar sobre um modo distinto e, certamente, mais promissor de estar no mundo. É hora de assumirmos uma narrativa efetiva sobre o futuro que queremos para o mundo pós-pandemia.
Andrea Revueltas y las diferencias sociales
La académica, filósofa y politóloga contribuyó a la consolidación de la División de Ciencias Sociales y Humanidades de la Universidad Autónoma Metropolitana de México.
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Futuras filósofas: o caminho que se abre para as mulheres
Nós compartilhamos com você notícias sobre mulheres filósofas no Brasil.
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Recomendación del mes: Peripatéticas
Peripatéticas es un podcast filosófico-literario. En sus ocho episodios, las académicas argentinas Danila Suárez Tomé y Natalí Incaminato exploran temáticas de la vida cotidiana y contemporánea con una perspectiva ensayística.
Puedes escuchar el podcast en varias plataformas:
Apple Podcast: https://podcasts.apple.com/us/podcast/peripat%C3%A9ticas/id1458222976
Spotify: https://open.spotify.com/show/3nIQDGkcsyFR0WKiC0mI1N
Player FM: https://es.player.fm/series/peripateticas
Gloria Comesaña: “Seguimos dentro de un universo patriarcal y androcéntrico”
La filósofa venezolana reflexiona sobre el rol de la mujer en el mundo contemporáneo, en el cual los hombres siguen ocupando los principales puestos en los distintos ámbitos del poder.
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La Universidad Nacional Autónoma de México cumple 70 años de feminismo académico
Desde la aparición en 1950 de la tesis de maestría “Sobre cultura femenina”, de Rosario Castellanos, la UNAM ha edificado siete décadas de estudios feministas, con 84 trabajos recepcionales de licenciatura y posgrado sobre o con alusión al tema, además de la implementación de asignaturas y la creación de entidades especializadas.
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Judith Butler: “El virus por sí mismo no discrimina, pero nosotros humanos seguramente lo haremos”
La filósofa y escritora norteamericana se refirió a la pandemia de Coronavirus (COVID-19) que afecta a todo el planeta y a sus implicancias sociales, culturales y políticas.
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Filósofa del mes: Hannah Arendt
Hannah Arendt, nacida Johanna Arendt (1906 - 1975) fue una filósofa y teórica política alemana de origen judío y una de las personalidades más influyentes del siglo XX. La privación de derechos y persecución en Alemania de judíos a partir de 1933, así como su breve encarcelamiento ese mismo año, contribuyeron a que decidiera emigrar. El régimen nacionalsocialista le retiró la nacionalidad en 1937, por lo que fue apátrida, hasta que consiguió la nacionalidad estadounidense en 1951.
Trabajó, entre otras cosas, como periodista y maestra de escuela superior. Publicó obras importantes sobre filosofía política, pero rechazaba ser clasificada como «filósofa» y también se distanciaba del término «filosofía política»: prefería que sus publicaciones fueran clasificadas dentro de la «teoría política». Arendt defendía un concepto de «pluralismo» en el ámbito político: gracias al pluralismo, se generaría el potencial de una libertad e igualdad políticas entre las personas. Importante es la perspectiva de la inclusión del otro: en acuerdos políticos, convenios y leyes deben trabajar a niveles prácticos personas adecuadas y dispuestas. Como fruto de estos pensamientos, Arendt se situaba de forma crítica frente a la democracia representativa y prefería un sistema de consejos o formas de democracia directa.
A pesar de todo, continúa siendo estudiada como filósofa, en gran parte debido a sus discusiones críticas de filósofos como Sócrates, Platón, Aristóteles, Immanuel Kant, Martin Heidegger y Karl Jaspers, además de representantes importantes de la filosofía política moderna como Maquiavelo y Montesquieu. Precisamente gracias a su pensamiento independiente, a su teoría del totalitarismo (Theorie der totalen Herrschaft), a sus trabajos sobre filosofía existencial y a su reivindicación de la discusión política libre tiene Arendt un papel central en los debates contemporáneos.
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Graciela Hierro, un pilar fundamental para el feminismo mexicano
La académica estudió en la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), donde dictó clases por más de 30 años. Además, en 1978 fundó la Asociación Filosófica Femenina y fue la primera directora del Programa Universitario de Estudios de Género de la UNAM.
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Elisa Loncon Antileo expone la vida de la mujer mapuche en Chile, que sufre una discriminación que excede al género, y enseña cómo la cosmovisión indígena entiende lo masculino y lo femenino y se enfrenta al machismo.
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Reicelda Oxilia y una reflexión muy interesante sobre el movimiento feminista mexicano y las manifestaciones que tuvieron lugar el pasado 8 de marzo a propósito del Día Internacional de la Mujer Trabajadora.
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